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Trio de zaga do Cruzeiro está entre os cinco melhores passadores da Série B

Um dos principais pilares do Cruzeiro na campanha da Série B deste ano é a solidez e estabilidade da defesa. A equipe tem a melhor defesa do campeonato, com apenas 19 gols sofridos até aqui, e a formação com três zagueiros do técnico Paulo Pezzolano é uma das responsáveis pelos bons números. O trio é formado por Oliveira, Eduardo Brock e Zé Ivaldo.

Além de dar segurança na defesa, os três zagueiros ajudam na saída de bola celeste. Não por acaso, eles estão no top 5 dos melhores passadores da Série B, de acordo com números do Footstats. Oliveira aparece em primeiro com 1660 passes certos em 27 jogos. O aproveitamento do camisa 26 é de mais de 95% neste quesito. Os números são de antes do jogo do último sábado, contra o CRB.


O terceiro na lista é Eduardo Brock. O capitão da Raposa tem 1174 passes certos em 25 partidas, com um rendimento de 92,88%. Zé Ivaldo aparece em quinto lugar, com 1098 passes certos em 24 confrontos. O desempenho do camisa 5 celeste é de 92,11%. O segundo e o quarto na lista são os zagueiros Sabino e Quintero, respectivamente, do Sport e do Vasco.

É importante ressaltar que é mais comum que jogadores de defesa tenham números melhores no passe, já que sofrem bem menos com a marcação adversária que os atletas de frente. No entanto, no caso do Cruzeiro, o trio é responsável pela saída de bola do time.


Pezzolano já destacou que só é possível o Cruzeiro atuar com a linha de três zagueiros por conta das características dos jogadores. O treinador elogiou a agressividade de Oliveira, Brock e Zé Ivaldo.

“O mais importante jogando com linha de três é a agressividade dos zagueiros. Temos essas características que permitem porque são rápidos, que sabem jogar com a bola e são muito agressivos”, comentou o treinador durante o campeonato.

A primeira vez que Pezzolano escalou o time celeste com três na zaga foi na quarta rodada da Série B. Na ocasião, a Raposa venceu o Londrina por 1 a 0 no Mineirão. Na rodada anterior, o técnico testou a escalação ao colocar o trio no fim do empate em 1 a 1 com o Tombense. Desde a quarta rodada, o esquema só não foi utilizado quando alguma peça estava indisponível, ainda assim, o treinador tentava manter a formação.




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