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Presidente do Grêmio cogita anulação de partida contra o Galo e detona VAR

Penúltimo colocado do Campeonato Brasileiro, com apenas 26 pontos conquistados, o Grêmio luta de forma desesperada para evitar o rebaixamento para a Série B da competição mais importante do país. Vindo de derrota para o Atlético, por 2 a 1, o tricolor gaúcho fica na bronca com arbitragem e, inclusive, ameaça propor a impugnação (anulação) do duelo da 19ª rodada (o jogo havia sido adiado).


Para os gaúchos, o lance que originou o segundo gol atleticano foi irregular. Para eles, a falta marcada pelo árbitro Luiz Flávio de Oliveira no volante Jair, que posteriormente gerou a penalidade máxima convertida por Eduardo Vargas, não existiu. Além disso, foi apontada também uma susposta infração na barreira.

"Quando o VAR começa a errar, é aí que começa o problema. Contra o Atlético Mineiro, não foi falta no Jair. O jogador do Grêmio não cometeu a falta. Ele tropeçou no pé no jogador do Grêmio. Existe uma regra que diz que o jogador na barreira é intocável e o adversário tem que estar a um metro dela. Ali existem duas irregularidades: a primeira é que o jogador do Atlético está e menos de metro e também tocou no jogador da barreira, o desequilibrando. Estas situações também precisam ser vistas pelo VAR" destacou o presidente Romildo Bolzan Jr. em entrevista à Rádio Grenal.

"O VAR também tem que estar exposto, assim como o juiz de campo, mostrando porque decidiu daquela maneira. Estamos analisando a possibilidade de impugnação da partida. Mas quando se faz um procedimento desta natureza, por conta de um erro de direito, a prova tem que ser preconcebida. E por falta de transparência do VAR, de ter à disposição aquilo que se conversa na sala, o Grêmio não tem esta prova. Foi um erro de direito. Ou não tem critério, ou não avaliou ou desconhece a regra", acrescentou.


Ainda durante a entrevista, Bolzan afirmou que, em nome do Grêmio, deixa claro que a arbitragem brasileira está desqualificada.

Lásaro Cândido rebate

Ex-diretor jurídico do Atlético, e também ex vice-presidente, o advogado Lásaro Cândido usou o perfil no Twitter para criticar a postura de Bolzan e afirmou que o mesmo desconhece o significado de "erro de direito".




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