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Influenciadora suspeita de cometer estelionato é detida após falsa comunicação de crime

A influenciadora digital Thayeni Aparecida Costa, investigada em dois estados por suspeita de estelionato, foi detida por falsa comunicação de crime na noite de quinta-feira (22), em Divinópolis.

Ao g1, a Polícia Civil informou nesta sexta-feira (23) que Thay Costah, de 22 anos, foi ouvida e liberada, após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) se comprometendo a comparecer ao Juizado Especial Criminal. Segundo o boletim de ocorrência, a influencer chamou a Polícia Militar (PM) e afirmou que:

  • saiu de casa no sábado (17) e a residência estava normal. Depois, viajou até Belo Horizonte para pegar um dinheiro emprestado, porque uma pessoa teria dito que mataria ela e a filha se ela não a pagasse.

  • Após pegar o dinheiro emprestado com uma pessoa na capital, ela retornou para Divinópolis na segunda-feira (19), quando identificou que a casa tinha sido furtada e faltavam vários objetos.

Entretanto, o imóvel não apresentava sinais de arrombamento, segundo a PM. Além disso, vizinhos afirmaram à polícia que não houve nenhuma movimentação na casa de Thay que desse a entender que havia acontecido algum crime. As testemunhas alegaram que, de fato, algumas pessoas realmente estiveram na casa da influenciadora retirando objetos e os colocando em três carros, mas entraram tendo as chaves do imóvel. Conforme a PM, imagens de câmeras de segurança das casas vizinhas foram analisadas e a princípio não há indícios de crime. Além disso, os militares souberam por meio das testemunhas e de reportagens na imprensa que Thay é suspeita de aplicar diversos golpes em pelo menos seis estados e no Distrito Federal. Mesmo assim, segundo a PM, a influenciadora continuou dando versões diferentes sobre os fatos e foi encaminhada para a delegacia. Os celulares dela também foram apreendidos. Estelionato Thay Costah é alvo de investigação pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e no estado do Paraná por suspeita de estelionato. Em Minas, o caso é conduzido pela Delegacia de Nova Serrana. Ela é acusada de vender ‘pacotes de marketing digital’ com as promessas de divulgar produtos, dar cursos de mentoria sobre o mercado digital e ensinar como ganhar seguidores nas redes sociais. O g1 teve acesso a boletins de ocorrência registrados contra ela em Brasília (DF) e em seis estados: Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Tocantins, Santa Catarina e Pará. Em todas as ocorrências, o relato das vítimas é que elas pagaram a influenciadora, mas não receberam a prestação do serviço e nem o dinheiro de volta. Algumas pessoas afirmam que chegaram a fazer PIX e depósitos de mais de R$ 20 mil para ela.






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