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Homem suspeito de fraudes e corrupção ativa é preso em Divinópolis

Um homem, de 53 anos, foi preso em Divinópolis nesta terça-feira (6). Ele é investigado pela Polícia Civil há seis meses por estelionato, falsidade de documento público, falsa identificação e receptação. O suspeito ainda ofereceu R$ 15 mil aos policiais para que não fosse levado detido.

O homem foi abordado em um posto de combustíveis na cidade. Segundo a polícia, o local era onde ele iria receber uma carga de cestas básicas e materiais de construção avaliadas em aproximadamente R$ 14 mil, adquiridos de forma criminosa. Investigações De acordo com o delegado a frente do caso, Weslley Castro, as investigações começaram a partir de denúncias da prática de estelionato cometidas pelo suspeito contra empresas do ramo alimentício e empresas do setor de construção civil. "Ele adquiria cargas de cestas básicas e materiais de construção para revenda. O investigado através de documentos falsos realizava as compras e posteriormente ao receber tais objetos fazia o pagamento com cheques oriundos de pratica delitivas: furto ou então roubos", explicou o delegado. As investigações são conduzidas pela Polícia Civil em Carmo do Cajuru, com apoio da Agência de Inteligência Policial da Delegacia Regional em Divinópolis. Estelionato Durante a abordagem, foram apreendidos com o suspeito vários cheques, os quais haviam sido roubados na cidade de Itaúna em março deste ano. "O investigado ao ser abordado apresentou identidade falsa e, ao perceber que seria preso, ainda tentou se identificar de maneira falsa, repassando o nome de terceiros", afirmou o delegado. Ainda durante esta ocorrência, a polícia aprendeu na casa do investigado mais seis folhas de cheques de procedência duvidosa e um aparelho telefônico. Ele foi levado à Delegacia de Polícia Civil em Carmo do Cajuru, e depois encaminhado ao sistema prisional, ficando à disposição da Justiça. Corrupção ativa A polícia disse que o suspeito tentou subornar os policiais oferecendo a quantia R$ 15 mil para não ser levado preso. A prática configura crime de corrupção ativa, caracterizado pelo ato de oferecer vantagem ou benefício que venha a afetar a moralidade de um funcionário público.




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