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Felipão reconhece que Cruzeiro deixou a desejar diante do CRB: ‘Não criamos nada’

O empate sem gols com o CRB, na noite dessa terça-feira (8), foi o pior jogo do Cruzeiro desde que o técnico Luiz Felipe Scolari assumiu o comando da equipe. A avaliação foi feita pelo próprio treinador, durante entrevista coletiva após o duelo da 26ª rodada da Série B, disputado em Maceió.


O resultado esfriou a recuperação celeste e manteve o time a nove pontos do G4, na 11ª posição, com 35 pontos. “Lamento não ter o resultado, mas não criamos nada, não fizemos nada para ter outro resultado. Portanto, não adianta lamentar, se a gente não faz alguma coisa diferente. Hoje (terça-feira) foi o pior jogo que fizemos dos últimos dez jogos que eu aqui estou”, disse o treinador.

Faltando 11 rodadas para o fim da Série B, o Cruzeiro precisaria de mais nove vitórias e um empate (28 pontos em 33 possíveis) para chegar aos 63 (pontuação média de acesso para a 1ª divisão). Se considerar a pontuação mínima alcançada por um time até hoje para subir (59 pontos), a Raposa teria que somar mais oito vitórias.

Na reta final da competição, o treinador celeste avalia que o desgaste físico começa a pesar para os clubes. Para ele, o cansaço atrapalhou o rendimento do Cruzeiro e até do CRB.

“Naturalmente que não só a nossa equipe, mas também a equipe do CRB demonstrou muito cansaço pela maratona, viagens, jogos a cada dois ou três dias e não tem como o jogador apresentar a mesma condição de um jogo para o outro”, disse.


Sem tempo para lamentar, o treinador já pensa na recuperação dos atletas para o duelo da próxima sexta-feira (11), em Salvador. “Não gostei, mas tenho que admitir e entender que, de vez em quando, a minha equipe não vai ser aquela equipe que eu gosto, aquela equipe com condições físicas, com condições ideais para jogar o futebol de velocidade e tudo mais. Hoje (terça) tivemos essas situações e agora é trabalhar para recuperar jogador para sexta-feira de novo jogar e ver o que vai acontecer”, declarou.

Alterações

O treinador também respondeu questionamentos sobre as quatro substituições feitas durante a etapa final do duelo. Ele colocou Jadson, Régis, Patrick Brey e Marcelo Moreno nas vagas de Machado, Sobis, Welinton e Arthur Caíke.

“Coloco de acordo com o que eu entendo que está acontecendo no jogo. O que estava acontecendo no jogo existia a possibilidade de colocar esses jogadores para que a gente tivesse a opção de trabalho de bola melhor, mas não aconteceu”, reconheceu o comandante, que pediu calma.


“Não coloco apenas porque ele jogou cinco meses atrás, ou três meses atrás, ou porque algumas pessoas acham que eu tenho que colocar, mas não sabem o que acontecem durante a semana. Um pouco de calma nas análises. As observações são aquelas que fazemos durante a semana, no dia do jogo e na hora do jogo, para fazer o melhor. Se não deu o melhor, a culpa é nossa”.




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