No Pleno do STJD nesta terça, Cruzeiro tenta reduzir pena por confusões no jogo que decretou rebaixa

Nesta terça-feira, o Cruzeiro estará no Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para tentar minimizar a punição de três jogos com portões fechados e multa de R$ 50 mil, aplicada ao clube em janeiro deste ano, pela Terceira Comissão Disciplinar do órgão. A pena é referente às confusões protagonizadas por torcedores celestes nas arquibancadas do Mineirão na derrota para o Palmeiras, na última rodada do Campeonato Brasileiro, que decretou o rebaixamento da Raposa à Série B. O julgamento terá início a partir das 14h.

A defesa do Cruzeiro, a cargo do advogado Theotonio Chermont, tentará repetir o sucesso obtido no último julgamento, em que o clube teve a pena reduzida de três para um jogo devido aos incidentes na derrota por 1 a 0 para o CSA, no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro do ano passado. Na ocasião, o árbitro relatou na súmula que torcedores jogaram sinalizadores e outros objetos no gramado e a partida teve que ser paralisada por cerca de dois minutos.

Como o futebol voltará sem a presença dos torcedores nos estádios devido à pandemia do novo coronavírus, a punição de jogos com portões fechados será aplicada ao Cruzeiro no primeiro jogo após a torcida puder estar nas arquibancadas.

Até o momento, a punição total ao Cruzeiro por incidentes no Campeonato Brasileiro do ano passado são de cinco jogos com portões fechados. Três na derrota para o Palmeiras, um no revés diante do CSA e um no empate com o Atlético. Em janeiro, o clube celeste tentou, mas só conseguiu reduzir a multa pelas confusões no clássico contra o Galo, pela 32ª rodada do Brasileirão. A pena de uma partida sem torcida permaneceu.

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