Teto salarial de R$ 150 mil será flexibilizado, diz novo diretor de futebol do Cruzeiro

O Cruzeiro vai rever o teto salarial de R$ 150 mil definido inicialmente pelo Núcleo Dirigente Transitório. A revelação foi feita nesta segunda-feira pelo novo diretor de futebol, Ocimar Bolicenho, que afirmou que haverá uma “flexibilização” no maior salário a ser pago aos jogadores.

“Foi uma diretriz que já não está tão rígida assim”, declarou Bolicenho, observando que a negociação do ajuste salarial será feita caso a caso. Os atletas que não aceitarem as condições serão liberados para se transferirem para outro clube.

“Vamos chamá-los e chegar a uma conclusão em conjunto. Aqueles que não quiserem reduzir ou chegar a um bom termo com o Cruzeiro atual, a gente vai facilitar uma negociação para que todas as partes fiquem satisfeitas”, afirmou.

Ocimar Bolicenho é anunciado pelo Cruzeiro como novo diretor de futebol

Apresentado ao lado do presidente em exercício José Dalai Rocha, o executivo explicou a nova situação dando como exemplo a utilização de um atleta que ganhará R$ 20 mil, que abrirá espaço para outro receber mais do que os R$ 150 mil.

“Às vezes você pode ter um jogador de 20 e pode pagar um pouquinho mais o outro. A média vai compensar. O importante é que sabemos o quanto podemos gastar. A nossa folha vai ser um terço da que vinha sendo aplicada até então”, reforçando a informação inicial passada pelo Núcleo Dirigente Transitório de que orçamento mensal do Cruzeiro para pagar o elenco será de R$ 5 milhões.

Confira outros temas abordados pelo novo diretor de futebol do Cruzeiro:

Jovens atletas

“Há um histórico no futebol brasileiro de que nas grandes dificuldades apareceram os grandes craques, principalmente os que vieram das categorias de base. A gente espera que o Cruzeiro tenha essa felicidade de lançar jogadores jovens e que eles deem o resultado técnico”

Realização de sonho

“Eu tenho uma certeza muito plena de que a gente vai conseguir no mais breve espaço possível de tempo que o Cruzeiro volte a estar no lugar que merece. Isso me empolgou bastante”

O que o credencia a trabalhar no clube

“A experiência de ter passado como dirigente estatutário. A gente sempre é muito medido pelo resultado. Só ganha um, os outros 19 são ruins. O resultado é uma coisa muito fria”

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