Saúde de Itaúna fecha o cerco contra o Aedes aegypti

Município intensifica trabalho em todas as regiões e reforça conscientização da comunidade sobre importância da eliminação dos focos do mosquito

O trabalho de combate ao Aedes aegypti em Itaúna é contínuo. Tanto que desde 2017, o Município conseguiu reduzir significativamente os índices de contaminação pela Dengue, que é transmitida pelo mosquito, encerrando 2018 com 20 notificações de casos prováveis, cinco confirmados, conforme o último boletim epidemiológico do Estado, atualizado nesta segunda-feira, 07 de janeiro. Porém, com o período chuvoso e as altas temperaturas, condições propícias para a proliferação do inseto, cidades do Centro-Oeste já enfrentam surtos da doença. Por isso, a Prefeitura está em alerta e reforçou as estratégias para eliminação dos focos em todas as localidades.

O trabalho já é intensivo desde a primeira semana de janeiro, com as equipes espalhadas por todos os bairros e na área central. Para garantia de melhores resultados, os Agentes de Combate a Endemias – ACE – contam nesta etapa com o suporte dos Agentes Comunitários de Saúde – ACS, principalmente no que tange à conscientização da população sobre a importância dos cuidados com as casas e quintais. As ações foram concentradas, principalmente, nas comunidades próximas às rodovias MG-050 e MG-431, com o objetivo de fechar o cerco ao Aedes aegypti.

Prevenção

“Depósitos móveis, lixo, caixas d´água, plantas, vasos de plantas e especialmente em bromélias, vaso sanitário, ralinhos e pneus. O último Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti – LIRAa – realizado em 2018 mostrou, mais uma vez, que os principais criadouros ficam no interior das residências e quintais. É preciso que a população contribua, faça vistorias. Se cada um tirar dez minutos por dia para isso, conseguiremos reduzir cada vez mais a proliferação do mosquito”, alerta a gerente de Vigilância em Saúde, Maria Izabel Dâmaso.

O secretário, Fernando Meira de Faria, salienta: “Precisamos da ajuda de todos os itaunenses. Vivemos a época mais propícia para a proliferação do inseto, com o verão e as chuvas. Por isso, os cuidados devem ser redobrados. Nunca deixe água limpa parada e descoberta”, recomenda.

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