Restos mortais de Garrincha somem de cemitério no Rio de Janeir

Os restos mortais de um dos maiores jogadores de futebol da história sumiu. A informação foi revelada pelo jornal Extra, nesta quarta-feira (31/5). A administração do cemitério municipal de Raiz da Serra, em Magé, na Baixada Fluminense, confirmou o sumiço. "Pelo que a gente pesquisou, não se tem certeza de que ele esteja enterrado", admitiu a administradora do cemitério, Priscila Libério, ao Extra. "Houve uma informação de que o corpo foi exumado e levado para um nicho (gaveta no cemitério), mas não há documento da exumação", completou. No cemitério, há duas sepulturas no cemitério que levam o nome do craque. A primeira é o local onde ele foi sepultado, ao lado de outros parentes de Mané Garrincha; a segunda é individual, em uma área mais isolada. Há 10 anos, o corpo do jogador foi retirado do túmulo da família para que outro parente fosse enterrado ali. João Rogoginsky, primeiro de garrincha, contou que a ossada foi retirada para ser transportada para um nicho, mas daí em diante, ninguém sabe o que houve. "Eu não vi. Não deram nenhum documento disso", disse. A informação só veio à tona porque o prefeito da cidade, Rafael Tubarão, queria homenagear o craque, que faria 84 anos em outubro. Como resposta, recebeu um relatório de recadastramento que dizia que o corpo havia sido exumado. O documento é baseado em informações de familiares que não estavam presentes no procedimento. Garrincha, "o anjo das pernas tortas", considerado o maior driblador da história do futebol, morreu em 20 de janeiro de 1983, aos 49 anos, vítima de cirrose hepática. Ele é o maior ídolo do Botafogo, com 614 jogos, 245 gols e 18 títulos. Pela Seleção Brasileira, ganhou a Copa do Mundo em 1958 e em 1962.

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